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As Empresas Brasileiras Estão Mais Focadas em Fundos Soberanos e Mercados Emergentes, Segundo Pesquisa de Relações com Investidores do BNY Mellon

Publicado em 16.11.2011 por Maxpress

As empresas brasileiras são muito mais ativas do que firmas em outras partes do mundo em sua busca por fundos soberanos e investidores em mercados emergentes, de acordo com uma pesquisa anual conduzida pelo BNY Mellon, um dos líderes globais em gestão de recursos e serviços para investimentos.

Desenvolvido como uma ferramenta de comparação para clientes de depositary receipts do BNY Mellon, a pesquisa Global Trends in Investor Relations analisa como empresas negociadas em bolsas de valores estão gerenciando suas práticas de Relações com Investidores (RI) desde políticas de guidance e divulgação até os destinos mais populares para a realização de roadshows. A pesquisa foi conduzida durante julho e agosto de 2011 e apresenta dados de aproximadamente 650 empresas, localizadas em 53 países. As empresas ouvidas cobrem uma gama de setores e capitalizações de mercado. Os setores incluem finanças, indústrias, consumo, tecnologia e saúde.

“Estamos vendo empresas tomando iniciativas mais estratégicas no que diz respeito a fundos soberanos e maiores concentrações de investidores no bloco BRIC, para posicionar melhor suas firmas nessas regiões do planeta com crescimento superior ”, disse Michael Cole-Fontayn, CEO do negócio de Depositary Receipts no BNY Mellon. “Mais e mais, a busca por liquidez e crescimento de negócios está levando empresas globais ao Brasil para se unir à base de investidores em expansão no país. Acreditamos que essa tendência vá se reforçar nos próximos anos”.

O estudo também descobriu que aproximadamente três em cada quatro empresas pesquisadas acreditam que mecanismos como venda a descoberto, recursos ocultos ao público (‘dark pools’) e operações de alta frequência impactam negativamente os mercados globais, sendo que uma maior supervisão é necessária. A maioria dos profissionais de relações com investidores na região da Ásia Pacífico (52%), Europa Ocidental (56%) e América Latina (53%) acreditam que as dark pools devem ser inspecionadas.

Seguem algumas informações importantes da pesquisa:

• 74% dos departamentos de RI brasileiros se reúnem com fundos soberanos, número bem acima da média global de 59%, que em 2010 registrou 47%. Para empresas brasileiras, os fundos soberanos mais frequentemente contactados são aqueles localizados em Cingapura e Abu Dhabi. Firmas norte-americanas são as menos prováveis a contactar fundos soberanos (42%).

• Empresas brasileiras (39%) têm probabilidade muito maior de abrir capital adicional em mercados emergentes do que empresas em todo o mundo (19%). Hong Kong é o mercado mencionado com maior frequência por empresas brasileiras para uma abertura de capital secundária.

• 40% das empresas globais estão ativamente mirando investidores em mercados emergentes, acima dos 36% verificados ano passado. Para as empresas que consideram uma oferta secundária fora de seu mercado local, uma oferta em Hong Kong ou China atrai interesse maior, seguidos pelo Brasil e Índia. Empresas localizadas na América Latina (70%) e Ásia-Pacífico (54%) têm interesse maior em atrair investidores de mercados emergentes

• 74% de todas as firmas acreditam ser necessária supervisão regulatória adicional para mecanismos como ‘dark pools,’ vendas a descoberto e operações de alta frequência. O sentimento é mais forte entre empresas dos EUA (89%) comparado a firmas de fora dos EUA (70%).

• 95% de todas as empresas brasileiras se reúnem com hedge funds, número similar ao da pesquisa realizada em 2010; 17% das reuniões com investidores feitas por firmas brasileiras são com hedge funds, em comparação a 21% relativos a empresas de todo o mundo.

• 66% das firmas brasileiras fornecem guidance, em comparação a 85% em todo o mundo. 71% das firmas no bloco BRIC oferecem guidance, em comparação a 89% das empresas de fora do BRIC.

• 65% das firmas emitem relatórios de responsabilidade social-corporativa (CSR na sigla em inglês), acima dos 50% verificados há um ano. Aproximadamente o dobro das firmas na América do Norte (54%) e na região Ásia-Pacífico (61%) agora emitem relatórios CSR em comparação a 2010, portanto mais próximas da Europa Ocidental (84%) e América Latina (68%).

Essa é a sétima pesquisa anual de relações com investidores conduzida pela equipe de DR do BNY Mellon. O relatório completo está disponível em www.bnymellon.com/dr.

O BNY Mellon é depositário de mais de 2.100 programas de American e Global Depositary Receipts, estando associado a grandes empresas localizadas em 67 países. Seriamente comprometida com o sucesso de emissões de títulos nos mercados financeiros mundiais, a empresa oferece uma das mais completas gamas do mercado em serviços de depositary receipts, corporate trust e transferência de ações. Conheça mais em www.bnymellon.com/dr.

O BNY Mellon é uma empresa global de serviços financeiros, ajudando seus clientes a gerenciar seus ativos financeiros, operando em 36 países e atuando em mais de 100 mercados. Um dos líderes na prestação de serviços financeiros para instituições, corporações e high net worth individuals, a empresa fornece gestão de recursos e serviços para investimentos com uma equipe global voltada às necessidades de seus clientes. A empresa possui US$ 25,9 trilhões em ativos sob custódia e administração e US$ 1,2 trilhão em ativos sob gestão. É agente fiduciário de US$ 11,7 trilhões em dívida de terceiros e processa uma média de US$ 1,6 trilhão em pagamentos globais por dia. BNY Mellon é uma marca corporativa do The Bank of New York Mellon Corporation (NYSE: BK). Leia mais no www.bnymellon.com e no Twitter, em @bnymellon.


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