Enviar

Campanha de combate ao tráfico de seres humanos vai atuar em quatros estados, afirma Claudia Chagas

Publicado em 07.10.2004 por Agência Brasil

Danielle Gurgel

Repórter da Agência Brasil


Brasília A primeira etapa da campanha nacional de combate ao tráfico de seres humanos vai atuar principalmente nos estados de Goiás, Ceará, Rio de Janeiro e São Paulo. A afirmação é da secretária Nacional de Justiça, Cláudia Chagas. Em entrevista à Rádio Nacional (Brasília AM), Claudia explicou que os estados foram escolhidos com base no estudo que definiu as principais rotas desse tipo de crime.

A campanha do Ministério da Justiça, em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU), tem como alvo principal as mulheres que são vítimas de exploração sexual. O projeto, segundo Cláudia Chagas, vai distribuir material informativo em aeroportos e terá também divulgação pelo rádio. "As mulheres que tirarem passaporte vão receber folhetos explicativos do que é o tráfico de mulheres e como se prevenir".

A secretária reforçou a importância da cooperação internacional para intensificar o combate ao crime. "O Brasil tem se empenhado cada vez mais na celebração de acordos de cooperação jurídica internacional e matéria penal porque esse é um crime transnacional que precisa do auxílio de outros países".

Segundo Claudia Chagas, o governo está formando uma rede de informações entre a Polícia Federal, os ministérios da Saúde, da Justiça, das Relações Exteriores e do Turismo, além do Poder Judiciário. "A sociedade civil também tem um papel muito importante nisso, não só na campanha de esclarecimento, mas recebendo denúncias e no apoio à vítima quando ela retorna ao país".

(Danielle Gurgel)

Páginas relacionadas

ONG Brasil sem Grades Promove Evento

Publicado em 22.01.2007 por Pauta Social

Brasil quer mais intercâmbio para combater lavagem de dinheiro

Publicado em 28.04.2004 por Agência Brasil

Reprodução do conteúdo

Esta página foi publicada originalmente por Agência Brasil em 07.10.2004 e pode ser reproduzida livremente. Para isso, cite sempre sua fonte original e, se possível, coloque um link para o agregario.com.
Quem SomosPolítica de Privacidade