O segundo dia da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades, que acontece até o dia 16 de fevereiro no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre, foi pautado pelo tema a Governança e Democracia em Cidades. Antonella Noya, analista sênior de políticas de Roma, foi a conferencista que debateu o tópico Economia Social e Empresas Sociais: Em direção à Inclusão Social na comunicação 54, na tarde de quinta-feira, 14.
A principal característica da economia social é a solidariedade. As empresas sociais tornam-se importantes para reduzir a exclusão social e aperfeiçoar o bem-estar individual e coletivo na comunidade. Essas empresas querem lucrar, mas também investem dinheiro na comunidade. Exemplos podem ser encontrados na Europa, América do Norte e África.
Segundo Antonella, uma empresa que atue no molde da economia social atende a duas características principais. O primeiro é empregar pessoas excluídas e o outro é oferecer seus serviços ou produtos com custo menor para pessoas em dificuldades financeiras. Por esse motivo, as empresa sociais tem por objetivo a inclusão. Se nós queremos aprimorar a sociedade, torna-se necessário aliar os interesses econômicos aos sociais, resume a conferencista.