Na tarde dessa quarta-feira, 2 de dezembro, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, recebeu o título de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro. “O Rio sempre foi, desde quando eu era criança, uma referência importante em minha vida e poucas homenagens teriam tanto valor para mim como esta de me tornar cidadão desta maravilhosa cidade”, afirmou o homenageado.
Durante a solenidade, em seu discurso, o ministro Juca Ferreira fez uma “pequena referência biográfica” de sua relação com a cidade e relembrou a época em que morou no bairro do Engenho Novo, com oito anos de idade. Contou que escolheu o Vasco da Gama como time de futebol local e a Estação Primeira de Mangueira como escola de samba.
Também ressaltou que o Rio de Janeiro é uma referência na produção cultural brasileira e que essa vocação para influenciar todo o país nunca se perdeu. “O Brasil não deve deixar o povo carioca só (…) seremos um grande país se o Rio for uma cidade maravilhosa, pacificada, incluindo aqueles que moram nos morros e nas periferias”, concluiu.
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O título de cidadão honorário - que foi concedido pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro e proposto pelo vereador Paulo Messina (PV-RJ), membro da Comissão de Educação e Cultura da Casa - também foi entregue a Ecila Vidal Mutzenbecher, produtora teatral. Conforme destacou o parlamentar, os indicados foram escolhidos com “cuidado” e a intenção foi “homenagear pessoas que contribuem para o crescimento da Cultura no país, tanto na esfera pública, quanto na privada”, disse Messina.
Também compuseram a mesa da sessão solene o deputado Roberto Dinamite; a secretária de Cultura do estado do Rio de Janeiro, Adriana Rattes, o cineasta Moacyr Goes e a atriz Ana Veloso. Autoridades, personalidades e profissionais dos setores artístico-culturais da capital fluminense assistiram ao evento, dentre os quais o acadêmico Cândido Portinari Filho; o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Muniz Sodré; e o ator Paulo Betti.