Pesquisa realizada pela Red de Comunicación Integral Latinoamericana Red Cila (www.redcila.com) - com 200 profissionais de comunicação de grandes empresas que operam nos principais mercados da América Latina, constatou que apenas 20% delas reservam em seus “budgets” anuais recursos específicos para o aperfeiçoamento de seus sistemas de gerenciamento de situações de crise. “O número é pequeno, sobretudo se observarmos que 100% dos profissionais consultados declararam que o tema ‘ comunicação para o gerenciamento de situações de crise’ ocupa o ‘topo’ da lista de suas prioridades’, explica Isabel Rodrigues, diretora de RF Comunicação e membro fundador da Red Cila.
Quase 100% das empresas que responderam aos questionamentos da pesquisa consideram como de extrema importância contar com processos profissionais para a gestão da comunicação em situações de crises. Desse percentual, 80% disseram que já contam com estes processos bem desenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. Contudo, somente 50% disseram que revisam e atualizam, ao menos uma vez por ano, seus planos de comunicação para situações de crises. “O mundo não para e se ‘transforma’ a todo instante. Por isso é importante revisar os planos de comunicação para o gerenciamento de situações de crise com certa periodicidade. Como a pesquisa revela, nem todas as empresas têm esta preocupação. E, não raro, são surpreendidas”, acrescenta Isabel Rodrigues.
A área de Relações Públicas responde pela liderança do processo de comunicação para situações de crise em 60% das empresas consultadas; o tempo dedicado ao tema por seus profissionais não passa de 25% da jornada mensal de trabalho; e apenas 50% buscam apoio de consultorias externas especializadas para a realização conjunta do trabalho.