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Encerra o VI Encontro Internacional do Terceiro Setor

Publicado em 29.06.2007 por Pauta Social

Palestrantes de 11 países e representantes de organizações sociais de todo o Brasil estiveram em Porto Alegre nos dias 25, 26 e 27 de junho para o VI Encontro Internacional do Terceiro Setor, realizado no Centro de Eventos da PUCRS. Durante o evento, centenas de pessoas do país e do exterior assistiram e participaram dos debates, protagonizados por nomes como Zilda Arns, da Pastoral da Criança, Priscila Cruz, do Compromisso Nacional Todos Pela Educação, Eufrazina Maiato, do Instituto Nacional da Criança de Angola e Alicia Cytrynblum, da organização argentina Periodismo Social.

Promovido pela Fundação Irmão José Otão (FIJO), Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Prefeitura de Porto Alegre e Ministério Público do RS Procuradoria de Fundações, o Encontro teve como tema central Economia Social e a Educação: Real Vertente do Desenvolvimento. Os 14 painéis apresentados abordaram ainda outras dezenas de subtemas relacionados à educação, desenvolvimento econômico e social, políticas públicas, comunicação social, criação de empregos, ensino universitário, cidadania e cooperativismo.

O último painel do evento, com o tema Diretrizes para o fortalecimento e a preservação das ações do Terceiro Setor Economia Social, consolidou a fundação do Conselho Permanente do Terceiro Setor. Para representar o Conselho, composto por 16 instituições de diferentes regiões do Brasil, foram chamados à mesa de debates o diretor executivo da Federação das Fundações Privadas do Rio de Janeiro (Funperj), Luiz Antônio de Godoy Alves, o presidente da Associação Nacional de Procuradores e Promotores de Justiça de Fundações e Entidades de Interesse Social (Profis), Tomáz de Aquino Resende, a diretora executiva da Federação das Fundações do Estado do Espírito Santo (Fundaes), Bianca Medeiros da Silva, e a diretora-presidente da Natal Voluntário/RN, Mônica Mac Dowell.

Para Alves, o fortalecimento do Terceiro Setor passa por incentivos como imunidade tributária, isenções fiscais e facilitação para a organização da documentação de entidades da área. Resende, como representante do Ministério Público, salientou que o Estado deve dar atenção especial ao Terceiro Setor, através do fomento, controle e apoio às entidades envolvidas. Antes de passar a palavra a Mônica Mac Dowell, os integrantes do painel declararam, com unanimidade, que o voluntariado é a matéria prima do Terceiro Setor. Temos que despertar o sentimento em cada um de que a cidade é sua. Não basta se indignar com os problemas, é preciso transformá-los, disse Mônica.

No encerramento do Encontro, a presidente da FIJO, Maria Cecília Kother, chamou todos os painelistas ao palco e destacou o valor do intercâmbio de experiências que ocorreu nos dias do evento.

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