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Instrodi Participa do Porto Alegre Microcrédito

Publicado em 21.06.2007 por Pauta Social

Lançado no dia 13 de junho pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre, o programa Porto Alegre Microcrédito foi destaque no VI Seminário Banco Central sobre Microfinanças que ocorreu entre os dias 14 e 15 de junho, no Hotel Plaza São Rafael.

O Coordenador Técnico do projeto, Giulio Flores Braga apresentou durante o Seminário o painel Microcrédito e Desenvolvimento Trabalhando com as vocações locais. Braga explicou que o programa é uma ação de governança que consiste em proporcionar crédito aos micro e pequenos empreendedores de forma simplificada e ágil.

O InStroDI é parceiro do programa através de um convênio assinado em setembro de 2006 entre a Prefeitura, Governo do Estado, CaixaRS, Porto Sol, GarantiaRS, Sebrae-RS, Sesi-RS, Senai-RS, Conselho do Orçamento Participativo e Comissão Municipal de Emprego. A parceria com o InStroDI é fantástica. O Instituto participa do Programa através da capacitação contínua dos 17 Agentes de Desenvolvimento Local, os quais têm o papel de identificar, em 17 diferentes regiões da cidade, potencialidades locais que estejam necessitando de acesso ao crédito, relatou Braga.

Durante sua palestra, Braga reforçou a idéia de que essa iniciativa da Governança Solidária Local tem como objetivo, além de fomentar potencialidades locais, proporcionar o acesso ao crédito e oferecer a respectiva capacitação ao empreendedor, oportunizando sustentabilidade a micro e pequenos empreendedores e uma conseqüente geração de emprego e renda, de modo a promover o crescimento econômico e social da cidade. Articular diversas forças, lançando mão de uma sinergia de esforços, com o intuito de tornar o crédito massificado, é uma das intenções da Prefeitura de Porto Alegre com essa iniciativa, afirma Braga.

O programa Porto Alegre Microcrédito destina-se a micro e pequenos empresários; prestadores de serviço; profissionais liberais; comércio em geral, restaurantes, padarias, minimercados, artesãos, costureiras, doceiras, pessoas que trabalham por conta própria ou ligadas à economia popular e solidária. É possível financiar veículos, obter capital de giro para compra de matéria-prima, mercadorias e estoque, efetuar reformas e construções no local de trabalho, adquirir ativos fixos como máquinas, equipamentos e ferramentas, trocar cheques de vendas, IPVA, IPTU e 13º salário. O financiamento pode ser de R$ 150 a R$ 15 mil, com prazo para pagamento de um a 36 meses e taxas de juros de 1,75% ao mês.

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