O Jornalirismo (www.jornalirismo.com.br) apresenta uma história que é um filme. Ela se desenrola num cinema de Serra Talhada, sertão do Nordeste, num passado não muito distante.
É “Raimundo, o projecionista de sonhos”, por Giovanni Alves Duarte.
Confira a programação completa do “Cine Jornalirismo”:
“Povo lindo, povo inteligente”: O poeta Sergio Vaz apeia Dom Pedro e proclama, às margens plácidas do Pirajussara: Raiou uma outra periferia!
“Fugindo do Michel, antes que ele em pegue”: Marcus Vinicius Batista atravessa para 2012, coitado!, grudado em música-chiclete. Ah, assim você me mata!
“#Danielexpulso”: Bem orientada, a mobilização via internet pode nos levar a realizações bem concretas, diz Chico Vereza. Muito além do “BBB”.
“Mãos no templo do consumo”: Na nova viagem na cidade de Keli Vasconcelos, a revelação das mãos que pedem na praça de alimentação.
“Sobre meninos e camelos”: O jornalista, escritor e professor Sergio Vilas-Boas chega de bicicleta, como naqueles dias tão imprevidentes e fabulosos da infância. Arrazoar, não.
“A questão”: Ele banhou-se em outras bocas; ela brincou em outros braços. Depois da longa noite, poderá haver outra alva para os dois?, pergunta Mariana Silveira.
“Morte e vida: uma salada mista?”: Victor Bin lança a reflexão: a tecnologia é o golpe mortal na morte? Teremos, enfim, conseguido vencê-la?
“O asilo das coisas que já foram modernas”: Onde estão as fitas K-7? As máquinas de escrever? Os mimeógrafos? Antônio Lemos Augusto procura, desesperadamente.
“Noite de Ano-novo, para ela”: Ano-novo é zerar o taxímetro e deixar o auto livre para novas jornadas e passageiros. Larissa Bortolli assume o volante.
“Um diálogo”: “Entender, João, é a morte do sentido”, arrisca Fernando Figueira, num conto que procura um nome. Eu não me chamo.
“Chuva no Itaim”: O homem segue pela calçada; o temporal o apanha no caminho: bruuuummm. Correr? Abrigar-se? Pra quê? Guilherme Azevedo vai debaixo da chuva.
“Umbigo linguiça esverdeado”: O menino Pedr´Enrique anda desconfiado de como nascem os bebês. Trazidos pela cegonha? Dentro de um repolho? É filho de João Vereza.
“A ‘década perdida’ do hard rock”: Bruno Barni bota na vitrola os terríveis elepês de hard rock dos anos 80. Já botou o protetor auricular? Vai precisar.
“Nem se”: O modo é subjuntivo, para expressar um sentimento sempre imperativo. Ame ou ame. Na dúvida, ame outra vez, sugere Carol Peres.
Seção de Quadrinhos: Divirta-se com as diabruras das personagens gonzos de Jussara Nunes e Logus.
E uma efeméride muito particular: dia 23 de janeiro o Jornalirismo completou 5 anos de vida. Sopre as velinhas com a gente: fuuuuuuuuuuuuu! Sigamos juntos por pelo menos mais 50.
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