O Portal Mais Cidadania da Universidade Metodista de São Paulo divulga nesta terça-feira, 14, uma matéria sobre o trabalho da Organização Não Governamental Viver e Sorrir na assistência a mães que tiveram filhos prematuros. Um parto antes dos nove meses de gestação pode trazer complicações para o bebê, que vão desde desnutrição e dificuldades de aprendizagem a deficiência mental e paralisia cerebral.
No Brasil, cerca de 9% dos bebês nascem prematuros. Mesmo sendo mais comum do que se imagina, as mães não estão preparadas para enfrentar tal situação. A situação é ainda pior quando se trata de mulheres com dificuldades socioeconômicas, pois os nenês exigem medicamentos, alimentos e cuidados extras e caros. Mesmo que elas recebam assistência durante o período em que a criança está na UTI Neonatal dos hospitais públicos, quando voltam para casa, estão despreparadas e sem amparo.
Foi pensando nisso que a ONG Viver e Sorrir foi criada. A instituição existe oficialmente desde 2004, mas já atua, com voluntários, há 18 anos com mães e bebês que nascem prematuros - faz o acompanhamento de ambos desde a alta do hospital até os filhos alcançarem a maioridade. Hoje, cerca de 700 crianças são atendidas pela organização, que conta com 14 voluntárias para trabalhos gerais e mais 50 profissionais das áreas de pediatria, neuropediatria, dermatologia, oftalmologia, odontologia, fonoaudiologia, nutrição, psicologia, pedagogia, psicopedagogia e assistência social.
O Portal Mais Cidadania foi criado com o objetivo de dividir com a sociedade as ações e os projetos sociais realizados pela Instituição, além de disseminar, principalmente entre jovens, a importância de uma atitude cidadã. Para conferir a matéria, acesse o site www.maiscidadania.com.br.