São Paulo, 22/7/2003 (Agência Brasil - ABr) - O município e o estado de São Paulo aderiram à Gestão Plena de Saúde. Com isso, cada um receberá separadamente recursos do governo federal, sendo que o estado receberá R$ 240 milhões por mês e a prefeitura R$ 42,61 milhões mensais. De acordo com o ministro da Saúde, Humberto Costa, o grande benefício desse sistema é a descentralização da saúde pública porque promove a integração entre os sistemas municipais e estaduais.
A partir de agora o município ficará responsável por administrar consultas, exames e internações em 30 hospitais estaduais e 26 privados que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Já os hospitais com atendimentos mais complexos como os hospitais São Paulo, das Clínicas e Universitário continuam com a administração do estado. Com a entrada da Gestão Plena, no mês de agosto será implementada uma central de atendimento que dará a possibilidade para a prefeitura encaminhar os pacientes para todos os hospitais do estado. Essa medida visa evitar que os pacientes procurem vários hospitais sem ter atendimento. O ministro da Saúde, Humberto Costa, a prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, e o governador Geraldo Alckmin assinaram há pouco na capital paulista as portarias habilitando o município e o estado a aderirem à Gestão Plena de Saúde.
(Elisângela Cordeiro)