As principais empresas do setor elétrico do Brasil estarão reunidas em setembro na sede de Furnas Centrais Elétricas, no Rio de Janeiro. É o 1º Seminário Energia gerando Cidadania, que vai discutir as experiências bem sucedidas do setor na área de responsabilidade social. Algumas das presenças já confirmadas são da ministra Dilma Roussef, das Minas e da Energia, do ministro Patrus Ananias, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, dos presidentes da Eletrobrás, Silas Rondeau e de Furnas, José Pedro de Oliveira, e de André Spitz, presidente do Coep, órgão criado e coordenado por Furnas, que congrega mais de mil empresas em projetos de ação social. Entre os mediadores e palestrantes, nomes como Frei Betto, Oded Grajew e Leonardo Boff.
Para Gleyse Peiter, superintendente de Responsabilidade Social de Furnas, e uma das idealizadoras do evento, "o setor elétrico já passou da fase de conscientização da importância de discutir a questão social. Estamos em um período de realizações de trabalhos, alguns bastante importantes". Peiter ressalta ainda que o grande diferencial deste seminário é que, ao invés de apenas discutir a importância do tema de responsabilidade social, haverá exposição dos projetos que já estão em andamento, o que possibilitará troca de experiência entre as empresas estatais, privadas e mistas.
As apresentações do 1º Seminário Energia gerando Cidadania acontecem no auditório de Furnas de 1º a 3 de setembro. Foram mais de 60 projetos inscritos. Destes, 22 foram selecionados para apresentação em plenária para discussão. Os outros serão expostos em painéis montados no pátio de Furnas Centrais Elétricas, na Rua Real Grandeza, em Botafogo.
Também no pátio de Furnas será montada a Feira Social, com apresentação dos produtos e resultados das experiências com a comunidade. "Se uma empresa conduz um trabalho de apoio ao artesanato de uma comunidade, por exemplo, estes produtos vão estar expostos para venda na feira social", explica Gleyse Peiter.
Participam do evento as empresas do grupo Eletrobrás (Furnas, Itaipu, Eletronorte, Eletrosul, Cepel, Chesf, Eletronuclear, ELN, Lightpar, CGTEE) e cerca de 30 outras empresas, entre as quais Eletropaulo, Light, CPFL, Bandeirante, EDP, Cemat, Celpa, Celpe e Cosern.