"A troca de experiência e a articulação com organizações que compartilham sua causa contribuem para o aprendizado e desenvolvimento do Centro de Desenvolvimento do Jovem Rural". A afirmação é do coordenador do núcleo de Albardão, Ériton da Silva Rocha, que fez palestra, 2 de junho, na abertura do Curso de Capacitação de Monitores de Casas Familiares Rurais (CFR) do Rio Grande do Sul.
As Casas Familiares Rurais são centros de formação técnica e gerencial para jovens do campo, que contribuem para o desenvolvimento das atividades de sobrevivência da comunidade. A metodologia de formação segue o modelo da Pedagogia da Alternância, também utilizado pelo Cedejor.
O Curso de Capacitação de Monitores é composto por dez entidades, entre elas a Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI). Segundo o monitor da CFR de Frederico Westphalen, cidade onde aconteceu o curso, e também professor de Ciências Agronômicas da URI, Francisco Trevisan, o objetivo da integração com o Cedejor é conhecer novas metodologias no trabalho com o jovem rural. "Temos interesse em conhecer toda forma de aplicação da Pedagogia da Alternância. Acredito que a troca de informações entre o Cedejor e as Casas Familiares pode trazer inúmeros benefícios para as duas instituições".
No Cedejor de Albardão, o convite foi recebido com entusiasmo por se tratar de um intercâmbio com a Casa Familiar, organização com larga experiência no desenvolvimento de jovens rurais e também com a URI, que promove pesquisas na área de desenvolvimento rural.
Ériton Rocha, que está à frente do núcleo desde a sua fundação, em 2001, afirma que o Cedejor está aberto para este tipo de intercâmbio. "O reconhecimento da Casa Familiar Rural vem coroar o trabalho do Cedejor e é motivo de grande alegria para todos nós. Especialmente porque a parceria com instituições voltadas para o desenvolvimento do jovem rural é um dos nossos objetivos".