O Yázigi Internexus, rede de ensino de idiomas que possui 350 escolas no país e 165 mil alunos por ano, participa da ABF Franchising Expo 2005 mostrando que, mesmo se dedicando a ampliar sua rede de franchising, é possível alimentar um relacionamento saudável com os franqueados e ainda investir em projetos de responsabilidade social.
Neste ano, o Yázigi leva para dentro de seu estande alguns dos produtos do Ponto Solidário, um projeto desenvolvido para incentivar os trabalhos artísticos e artesanais de ONGs, institutos, comunidades e associações sem fins lucrativos de todo o país. São produtos confeccionados com matéria-prima natural do Brasil, como capim dourado, palha de bananeira, bambu, palmeira buriti, fibra de milho, bagaço de cana, piaçava, cerâmica de barro branco do Vale do Jequitinhonha, madeiras brasileiras, cerâmica da cultura Carajás etc., por meio de processos que respeitam a natureza.
Artesãos e aprendizes que têm a arte como única fonte de renda são os maiores beneficiados com o projeto. "As obras, que chegam de todas as partes do país, são a mais pura expressão da cultura nacional. O que chama a atenção do público em geral é a beleza e a qualidade de peças exclusivas, que vão de tapetes a móveis, passando por objetos decorativos como luminárias, potes, mantas para sofá, almofadas, entre tantas outras, a preços justos para o consumidor e o produtor", explica Alexandre Gambirasio Silva, diretor-presidente do Yázigi.
Mais responsabilidade social
O Yázigi é também a única escola de idiomas no Brasil a usar papel reciclado em seu material didático. Os livros são impressos totalmente em papel reciclado, Reciclato®. O projeto se tornou viável graças a uma parceria entre três empresas socialmente responsáveis: Yázigi, Suzano Papel e Celulose e Gráfica Bandeirantes.
Ao todo, o Yázigi imprimiu 240 mil livros didáticos para 2005. Além dos livros, todo o papel sulfite utilizado hoje por toda a rede Yázigi está sendo substituído por papel sulfite reciclado, totalizando um consumo de mil resmas/mês.
Essas ações proporcionam geração de renda, reinserção social e respeito ao meio ambiente. Nesse sentido, a aquisição de aparas para a produção do papel é feita por cooperativas de catadores de papel, promovendo a recolocação social do morador de rua a partir da recuperação da dignidade e de oportunidades de trabalho.
De acordo com o Instituto Ecofuturo, organização não-governamental que busca a capacitação e o desenvolvimento destas cooperativas, a produção do Reciclato deve beneficiar mais de cinco mil pessoas nos próximos anos e retirar expressiva quantidade de material reciclado, por mês, das ruas da cidade de São Paulo.